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Jornalista, Terapeuta Holística, Taróloga, Cabalista,Sacerdotisa, Professora,Educadora Patrimonial, Escritora, Numeróloga, Pesquisadora de Ciências Ocultas, Palestrante, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica, Tarô Terapêutico e Numerologia.

domingo, 19 de novembro de 2017

reservado

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Simpatias para afastar a inveja da sua vida

Você já notou que incomoda os outros com seu brilho pessoal e/ou profissional? As pessoas ficam incomodadas com seu jeito de ser e viver? Reparam tudo o que você faz e só criticam? 

Isso lembra a fábula A Serpente e o Vaga-lume:

"Conta-se que uma serpente começou a perseguir um vaga-lume. Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada. No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse à cobra:

Posso lhe fazer três perguntas? 
- Pertenço à tua cadeia alimentar? 
- Não. 
- Eu te fiz algum mal? 
- Não.
- Então, por que você quer acabar comigo?
- E a serpente responde:
- Porque não suporto ver você brilhar!"

Muitas pessoas têm inveja das outras pelo "seu brilho interior". Conheço gente que inveja a vida tranquila dos outros, por que ela não consegue ficar tranquila consigo. Outros têm inveja de quem tem um relacionamento amoroso maduro e seguro, por que nunca amaram de verdade ou de corpo e alma. A inveja, com certeza, irá vibrar negativamente e até tentar atrapalhar a vida das pessoas prósperas e que estão de bem com a vida.

Para se proteger destas pessoas negativas e invejosas, segue abaixo duas simpatias poderosas e a oração de São Francisco contra a inveja.
Simpatia 1: 
Materiais: 
1 ferradura 
1 figa feita de madeira de guiné1 vaso de 30 centímetros 
Terra 
1 muda de planta comigo ninguém pode 
1 cabeça de alho roxo 
1 cabeça de alho branco 
Preparo: 
Coloque todos os materiais dentro do vaso. Em seguida jogue terra e plante a muda. Depois de tudo pronto deixe o vaso em um lugar bem visível na sua sala ou recepção. O vaso irá absorver a negatividade.
Simpatia 2: 
Pegue 3 dentes de alho e ande com eles na sua bolsa, aonde você for. Toque os dentes de alho uma vez a cada sete dias. Jogue em água corrente o alho usado.
Oração de São Francisco: 
Que os invejosos não me lancem o olho gordo em minha casa, nos meus pertences, na pessoa que amo, nos meus animais e em mim, minhas vestes, móveis, pertences e casa estejam protegidos pela bênção de Deus pela mão de São Francisco, que minha beleza e saúde, assim como de minha família estejam também protegidos pela graça de Deus, assim como eu esteja protegido da inveja, da má-lingua e intriga no trabalho por parte de meus colegas ou subordinados, amigos, família e vizinhos.
Que meus projetos e sucesso estejam imunes ao mal que me desejam e sejam mais fortes que a inveja. Que as línguas afiadas para o mal não me firam, o mal querer nunca me atinja, que o ciúme não me destrua minha vida, minha harmonia, e felicidade. Que os invejosos usem suas energias para lutarem o que desejam em vez de querer destruir o que é dos outros. Os que têm, seja tão humilde quanto tu São Francisco e descubram que a felicidade não se resume em ter só bens materiais, mas em saber viver com o que temos, buscando ser feliz com as pequenas coisas e os singelos momentos que vivemos de amor, compaixão, compreensão e ajuda ao outro, nosso irmão. Onde exista disputa, prevaleça à cooperação, onde exista ódio se imponha o amor e respeito, onde exista o caos nasça à harmonia.
Que as falsas amizades desapareçam e o bem-querer genuíno de amigo se aproxime de mim. Contra o mal que me possas desejar meu irmão encontro-me protegido pelo manto da fé em Deus, contra o olho gordo que me lanças, estou protegido pelo brilho lúcido do olho de luz de Deus que com os Seus raios de imenso brilho quebram teu mau-olhado dos seres das trevas. Tu invejoso nunca me derrubarás porque Deus meu apoio estrutura é e sempre será.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

14 ervas sagradas para defumação e seus significados

Cada erva sagrada tem um significado e é importante conhecê-las para fazer uma boa defumação, seja em sua casa ou em um estabelecimento público ou comercial.
Aqui estão reunidas 14 ervas sagradas para fazer uma boa defumação de acordo com suas necessidades.
  1. ALECRIM: Limpa o corpo e o espírito, pois é a erva do orixá maior, Oxalá
  2. ARRUDA: Abre o caminho atraindo bons fluidos, limpando as larvas astrais dando força e liderança.
  3. ALFAZEMA: Atrativo feminino, deixa o lar mais suave, limpa, purifica e traz o entendimento
  4. ANIS ESTRELADO: Atrativo. Chama dinheiro
  5. AÇUCAR CRISTAL: Atrai dinheiro e promove limpeza astral
  6. COLÔNIA: Atrai fluidos benéficos
  7. CRAVO DA ÍNDIA: Atrativo e chama dinheiro e dá força á defumação.
  8. EUCALIPTO: Atrai a corrente de Oxossi
  9. LEVANTE: Abre os caminhos do ambiente
  10. LOURO: Abre caminho, chama dinheiro, prosperidade e dá energia ao ambiente
  11. MADRESSILVA: Desenvolve a intuição e a criatividade, favorece também a prosperidade.
  12. MANJERICÃO: Chama dinheiro
  13. ROSA BRANCA: Paz e harmonia
  14. SÂNDALO: Atrativo do sexo oposto e também ajuda a conectar com a essência Divina

Como fazer defumação?

Para fazer uma defumação correta só precisa de carvão em brasa, dentro de um turíbulo (incensório pequeno, geralmente feito de metal). Jogue as ervas secas dentro (ou na parte de cima, dependendo do modelo de incensório) e vá defumando toda a casa: Se for para limpeza espiritual, defume sempre de dentro para fora, se for para atrair bons fluidos e dinheiro, defume de fora para dentro. Os resíduos da defumação podem ser jogados no rio, no lixo,  em qualquer lugar bem longe da casa, na encruzilhada, etc.

O PODER DAS VELAS NA UMBANDA

A vela é, com certeza, um dos símbolos mais representativos da Umbanda. Ela está presente no Gongá, nos Pontos Riscados, nas oferendas e em quase todos os trabalhos de magia.
  
Quando um umbandista acende uma vela, mal sabe que está abrindo, para sua mente, uma porta interdimensional, onde sua mente consciente nem sonha com a força de seus poderes mentais.
   
A vela funciona na mente das pessoas como um código mental.
   
Os estímulos visuais captados pela luz da chama da vela acendem, na verdade, a fogueira interior de cada um, despertando a lembrança de um passado muito distante, onde seus ancestrais, sentados ao redor do fogo, tomavam decisões que mudariam o curso de suas vidas.

A vela desperta nas pessoas que acreditam em sua força mágica, uma forte sensação de poder. Ela funciona como uma alavanca psíquica, despertando os poderes extra-sensoriais em estado latente.

Uma das várias razões da influência mística da vela na psique das pessoas, é a sensação de que ela, através de sua chama, parece ter vida própria. Embora, na verdade, saibamos através do ocultismo, que o fogo possui uma energia conhecida como espíritos do fogo ou salamandras.

Muitos umbandistas acendem velas para seus Guias de forma automática, num ritual mecânico, sem nenhuma concentração.

É preciso muita concentração e respeito ao acender uma vela, pois a energia emitida pela mente do médium irá englobar a energia do fogo e, juntas, irão vibrar no espaço cósmico, para atender a razão da queima dessa vela.

Sabemos que a vida gera calor e que a morte traz o frio. Sendo a chama da vela cheia de calor, ela tem um amplo sentido de vida, despertando nas pessoas a esperança, a fé e o amor.

No ritual da magia o mago entra em contato com seu mundo inconsciente, depositário de suas forças mentais, onde irão ser utilizadas para que alcancem seus propósitos iniciais. Qualquer pessoa que acender uma vela, com fé, está nesse momento realizando um ritual mágico e, conseqüentemente, está sendo um mago.

Se uma pessoa evoca suas forças mentais, com a ajuda da magia das velas, no sentido de ajudar alguém, irá receber em troca uma energia positiva; mas, se inverter o fluxo das energias psíquicas, utilizando-as para prejudicar qualquer pessoa, o retorno será infalível e as energias de retorno serão sempre mais fortes, pois voltam acrescidas da energia de quem as recebeu.

As pessoas que utilizam a força da magia das velas – que, na realidade, despertam as forças interiores de cada um – com propósitos maléficos, não são consideradas magos, mas feiticeiros .ou bruxos.

Infeliz daquele que, na ânsia de destruir seus inimigos, acendem velas com formatos de sapo, de diabo, de caveira, de caixão, etc., assumindo um terrível compromisso cármico com os senhores do destino. Todos os nossos pensamentos, palavras e atos estão sendo gravados na memória do infinito, ninguém fica impune junto à justiça divina.

Voltaremos ao planeta Terra, quantas encarnações forem necessárias para expiar nossas dívidas com o passado. Por outro lado, feliz daquele que lembra de acender uma vela com o coração cheio de amor para o anjo-da-guarda de seu inimigo, perdoando-o por sua insensatez, pois irá criar, ao seu redor, um campo vibratório de harmonia cósmica, elevando suas vibrações superiores.
  
Ao acender velas para as almas, para o anjo-da-guarda, para os pretos-velhos, caboclos, para a firmeza de pontos, Gongá, para um santo de sua preferência ou como oferenda aos Orixás, é importante que o umbandista saiba que a vela é muito mais para quem acende do que para quem está sendo acesa, tendo a mesma conotação do provérbio popular que diz: "A mão de quem dá uma flor, fica mais perfumada do que a de quem a recebe."

A intenção de acender uma vela gera uma energia mental no cérebro da pessoa.
Essa energia é que a entidade espiritual irá captar em seu campo vibratório.
Assim a quantidade de velas não influirá no valor do trabalho; a influência se fará diretamente na mente da pessoa que está acendendo as velas, no sentido de aumentar ou não o grau da intenção.

Desta forma, é inútil acreditar que podemos comprar favores de uma entidade negociando com um maior ou menor número de velas acesas.

Os espíritos captam em primeiro lugar as vibrações de nossos sentimentos, quer acendamos velas ou não. Daí ser melhor ouvir uma das máximas de Jesus que diz: “Antes de fazer sua oferenda, procure conciliar-se com seu irmão.”

Não é conveniente, ao encontrar uma vela acesa no portão do cemitério, nas encruzilhadas, embaixo de uma árvore, ao lado de uma oferenda, apagá-la por brincadeira ou por outra razão. Devemos respeitar a fé das pessoas. Quem assim o cometer, deve ter em mente que poderá acarretar sérios problemas, de ordem espiritual, com sua atitude.

Precisamos respeitar o sentimento de religiosidade das pessoas, principalmente quando acender uma vela faz parte desse sentimento. Se ao acender uma vela, a pessoa tiver um forte poder de magnetização, torna-se mais perigoso apagá-la. Mas, se ela não estiver magnetizada, fica a critério de cada um. 

VELAS QUEBRADAS OU USADAS
  
Nos trabalhos de Umbanda existe uma grande preocupação com o uso de velas virgens ou que não estejam quebradas. A princípio pensei tratar-se de mera superstição, mas depois compreendi que a vela virgem estava isenta da magnetização de uma vela usada anteriormente, evitando assim um choque de energias, que geralmente anula o efeito do trabalho de magia.

Somente no caso da vela quebrada encontrei um componente supersticioso: psicologicamente a pessoa acredita que um trabalho perfeito precisa de instrumentos perfeitos.

Se o trabalho obtiver sucesso, o detalhe da vela quebrada não será notado: mas, se falhar, será tido como principal fator de seu fracasso.

FÓSFORO OU ISQUEIRO
  
Em muitos Terreiros existe uma recomendação para só se acenderem velas com palitos de fósforos, evitando acendê-las com isqueiro ou em outra vela acesa.
   
Normalmente os Terreiros fazem uso de pólvora, chamada de fundanga, nos trabalhos de descarrego. O enxofre que a pólvora contém também está presente nos palitos de fósforo.

Ao entrar em combustão, a chama repentina, dentro de um ambiente místico, provoca uma reação psicológica muito eficiente, além de alterar momentaneamente a atmosfera ao seu redor, devido à sua composição química em contato com o ar.

A mente do médium capta essas vibrações que funcionam como um comando mental, autorizando-a a aumentar seu próprio campo vibratório, promovendo, desta forma, uma limpeza psíquica no ambiente.

Não é a pólvora que faz a limpeza, mas a mente do médium, se ele conseguir ativá-la para este fim.
   
VELA DE SETE DIAS
  
Na Umbanda alguns médiuns ficam em dúvida sobre se a vela de sete dias tem a mesma eficiência de sete velas normais. Sabemos, de acordo com a Psicologia, que um comportamento pode ser modificado através do reforço. No fato de se acender uma vela, isoladamente, não há nenhum tipo de reforço que se baseie na repetição. Assim, ao acender uma vela durante sete dias, as pessoas são reforçadas diariamente em sua fé, e, repetindo os pedidos, dentro desse ritual de magia, ficam realmente com maiores probabilidades de despertar a própria mente e alcançar os seus propósitos. Na prática, constatamos que dificilmente uma vela de sete dias queima durante todo esse tempo.
   
LEMBRETES:

Não recomendamos, aos Umbandistas, fazerem velas com restos de outras velas, seja qual for o motivo, pois as conseqüências são imprevisíveis. Com a magia não devemos nos arriscar; ou temos certeza, ou não a realizamos.

Os restos de velas estão impregnados das energias mentais de quem as acendeu. Aproveitar esses restos é o mesmo que querer aproveitar os restos dessas energias; como não sabemos com qual intenção as velas foram acesas, haverá fatalmente um choque entre diversas energias.

A vela acesa para o ANJO-DA-GUARDA, que seu campo vibratório representa, deverá ser acesa sempre com um copo d’água ao lado, para captar as cargas negativas que poderão prejudicá-lo nas tarefas que irá realizar.

A vela acesa para seu ANJO-DA-GUARDA deverá obedecer ao seguinte ritual: um copo com água limpa, um pedaço de papel quadrado, de cor branca, sem pautas, para vibrar na mesma freqüência da vela, com seu nome, ou o nome de quem você deseja ajudar, escrito em forma de cruz, ou seja, o nome na posição horizontal e vertical. A vela deverá ser colocada à direita do copo d’água. Os resultados são excelentes e deverá ter cuidado com o seguinte: deverá acender a vela num local seguro, para evitar incêndio, acima de sua cabeça, onde não tenha trânsito de pessoas.

CONSAGRAÇÃO DAS VELAS
   
Esta parte é fundamental, pois é a consagração que torna a vela um objeto mágico. Sem ser consagrada uma vela é apenas um cilindro de parafina com um pavio que serve para iluminar ambientes escuros, mas com a consagração ela se torna um instrumento de magia capaz de estabelecer contato direto com planos sutis e entidades. Poderíamos até dizer que a consagração é o ato de batismo da vela.
   
Esse ato de consagração, esse batismo, deve ser feito com óleo, mais preferencialmente AZEITE DE OLIVA . Essa prática é milenar e até no Êxodo, Bíblia, se encontram referências sobre óleos de consagração.

No comércio especializado você adquirir (ou fabricar você mesmo) um vidro de óleo aromático com um óleo vegetal e algumas gotas de óleo essencial de sua preferência. Particularmente eu prefiro azeite de oliva extra virgem, por ser o que era utilizado para consagração na antiguidade, mas você escolhe o que mais lhe agradar, desde que seja à base de óleo, porque há muitos tipos de essência e nem todas tem óleo, que nesse caso é essencial.

Pegue esse vidro e vá para um lugar sossegado onde não vá ser interrompido.
Sente-se. Respire fundo algumas vezes, visualizando uma luz dourada cintilante envolvendo o ambiente.

Após alguns minutos abra o vidro, ponha um pouco de óleo nas mãos, esfregue-as até aquecer, então pegue o vidro e vá passando as mãos nele e diz em voz baixa: "Em nome do Poder Maior eu te consagrado e te santifico, para que a partir dessa hora sagrada sejas o elo entre as coisas da Terra e a Divindade, que possas me ajudar em toda obra do Bem e que exerças a força que te concedo. E que tudo seja sempre feito de acordo com a vontade do Poder Maior". Isso deve ser repetido três vezes, com muita convicção, a fim de que o óleo seja impregnado.

A consagração do óleo é feita de uma vez só, pois o vidro ficará impregnado com suas vibrações por um bom tempo. Se achar necessário, pode repetir a consagração sempre que achar mais adequado.

Agora vem a consagração da vela.
Alguns místicos preferem chamar de unção, mas pessoalmente acho que consagração seja mais adequado.

Pegue a vela (sendo mais de uma, deve ser feito com uma de cada vez, para que a impregnação não seja diluída); pegue o óleo e molhe os dedos; agora pense, visualize seu desejo com tanta convicção como se ele já estivesse realizado, visualize que o ritual que irá executar atingiu o objetivo.

Se você deseja ATRAIR alguma coisa, esfregue os dedos com óleo na vela DE CIMA PARA BAIXO; se deseja AFASTAR alguma coisa, faça-o DE BAIXO PARA CIMA. Se desejar, você também pode escrever na vela o que deseja ou o nome da pessoa a quem o ritual será dedicado: para escrever na vela use sempre uma ponta de aço. Depois de escrever, passe os dedos com óleo (escrever na vela é opcional). Enquanto visualiza e passa o óleo, vá repetindo a mesma consagração do óleo.

Tenha em mente que a força do seu pensamento é que tornará a vela um objeto mágico, por isso a chave é a visualização. Agora faça uma oração de acordo com a sua crença pessoal.

Um detalhe importante: se após iniciado o ritual a vela se apagar (desde que não haja motivo, tais como correntes de ar), significa que a consagração não foi feita com êxito e por isso o ritual foi considerado ilegítimo, ou a intenção não é boa, ou ainda, as forças necessárias à execução do ritual não estão presentes. De qualquer forma, é um aviso que deve ser respeitado. Tendo verificado que a vela se apagou sem nenhuma razão aparente, suspenda o ritual naquele dia.

Quando reiniciar, faça tudo de novo, inclusive a consagração do óleo.
Jamais reaproveite a vela usada em um ritual. Terminado o seu ritual as velas são apagadas e você pode guardá-las ou mesmo jogá-las fora, mas nunca reutilize velas ritualísticas, mesmo que tenham ficado "com pouco uso". Se fizer esse reaproveitamento seu ritual será anulado, podendo até gerar efeito contrário ao que era esperado. Uma vela consagrada deve ser usada uma única vez.

E tenha em mente que a eficácia de um ritual depende muito do empenho, concentração, força de vontade e capacidade de visualização do operador. Você deve VER o resultado do seu ritual, deve ter convicção de que obterá seu objetivo.

Realizar um ritual apenas por fazer, sem nenhuma convicção, é o que pode ser definido como desperdício de tempo. Chame para si a autoridade concedida pelo Poder Maior e execute seu ritual sem pressa e sem estar sob pressão. Nenhum ritual deve ter menos que uns 45 minutos, porque se tiver menos poderá significar que o operador nem teve tempo de se envolver com ele, ou seja, a atitude física não teve tempo de estar sintonizada com a atitude mental. Todo e qualquer ritual, sendo executado corretamente, usará forças sutis que se não forem manipuladas de forma adequada poderão até se voltar contra o operador.
  

CONSELHOS ÚTEIS A RESPEITO DAS VELAS

Se precisar apagar a vela que esteja sendo usada ritualisticamente, JAMAIS o faça soprando a vela de ritual só pode ser apagada com abafador ou com os dedos, jamais sopre essas velas.
   
A vela deve ser muito bem fixada, se não tiver uma base grande. Especialmente no caso das cilíndricas, é importante fixá-las para que não caiam; assim, use a cera dela mesma para fixar, mesmo que esteja em candelabro.

Dependendo do tamanho é interessante colocá-la dentro de um copo ou de um vidro refratário, COM UM POUQUINHO D'ÁGUA NO FUNDO, para que a parafina não grude: havendo água no fundo, só um pouco, o que sobrar da parafina sai inteiro, sem grudar, mas sem água você só vai conseguir limpar o copo com água fervendo, porque gruda mesmo. No comércio existem vidros especiais para velas de sete dias e outros tipos.

Às vezes acontece, com qualquer tipo de vela, que à medida em que ela vai se consumindo, a parte já queimada do pavio vai se acumulando junto à chama, fazendo com que esta vá ficando muito forte e intensa, o que faz a vela queimar depressa demais e se esparramar, por isso é aconselhável, quando isso acontecer, cortar com uma tesoura essa parte preta do pavio já queimado.

Por precaução, especialmente nas atividades que vão requerer várias velas, simultaneamente, é recomendável que se disponha de meios para enfrentar alguma provável emergência. Assim, aconselha-se que sempre se possa dispor de água suficiente para alguma eventualidade, ou então uma maneira rápida de abafar.

Amados Irmãos de Umbanda, chegaremos em um momento na Umbanda, em que o Homem deverá estar plenamente consciente de que sua força mental é a sua grande aliada e nunca a sua inimiga. Deverá libertar-se gradativamente dos valores exteriores criados por sua mente e valorizar-se mais. Seu grande desafio é superar a si mesmo. Em vez de acender uma vela, deverá acender sua chama interior e tornar-se um iluminado, e, com o brilho dessa chama sagrada, mostrar o caminho aos seus irmãos.

A CRUZ

A Cruz pode ser encontrada em um número muito grande de variações, porém o modelo básico é sempre a interseção de dois segmentos retos, quase sempre na vertical e horizontal.
  
O significado do símbolo da cruz é sempre a conjunção dos opostos: o eixo vertical (masculino) e o eixo horizontal (feminino); o positivo e o negativo; o homem e a mulher; o superior com o inferior; o tempo com o espaço; o ativo com o passivo; o Sol com a Lua; a vida com a morte, etc., pois tudo no universo (e no homem) nasce e se desenvolve a partir do choque doloroso de forças antagônicas.
  
A Cruz afirma assim a relação básica entre o Celestial e o terreno, e que é, através da crucificação (o conhecimento dos opostos), que se chega ao centro de si mesmo (a iluminação).

Os vários tipos de Cruz conhecidos são:

CRUZ SIMPLES: a forma básica, símbolo perfeito da união dos opostos, do masculino com o feminino.

CRUZ DE SANTO ANDRÉ: símbolo da união do mundo superior com o inferior. Tem esse nome, porque segundo a história Santo André foi martirizado numa cruz com essa forma


CRUZ DE SANTO ANTONIO ou TAU: tem esse nome porque reproduz o desenho da 19letra grega Tau. Para os gauleses a Tau representava o martelo do deus escandinavo THOR. Já era usada como significado simbólico pelos antigos egípcios, como a representação de um martelo de duas cabeças, o sinal daquele que faz cumprir. São Francisco usou a Cruz Tau, como assinatura.

CRUZ CRISTÃ: também chamada de CRUZ LATINA, é o mais exaltado emblema da fé cristã. Na origem, era um patíbulo, constituído por uma trave vertical de madeira e outra trave horizontal, próximo ao topo. Os romanos a utilizaram para a execução de criminosos, da mesma forma que ainda nos dias de hoje se usa a forca com a mesma finalidade

CRUZ DE ANU: os assírios e caldeus usaram esta cruz, como representação do céu de seu deus ANU. Possivelmente esse símbolo sugere a irradiação da Divindade do Espaço em todas as direções

CRUZ ANSATA: importantíssimo símbolo solar egípcio. Trata-se de uma cruz Tau, com um arco ou círculo na sua parte superior. A Cruz Ansata é na realidade um hieróglifo, significando vida ou ato de viver e formando parte das palavras saúde felicidade. Como símbolo microcósmico, isto é, análogo ao homem, o círculo representa a cabeça humana, o eixo horizontal os braços e o eixo vertical, o resto do corpo

SUÁSTICA ou CRUZ GAMADA: um dos mais importantes símbolos de toda a humanidade. Ela representa a energia criativa do cosmos em movimento. Por isso ela pode ter dois sentidos:
  1. Destrógiro (braços movimentando-se para a direita)
  2. Sinistrógiro (braços movimentando-se para a esquerda)
A Destrógira representa o movimento evolutivo do Universo (positivo) e a Sinistrógira, o movimento de involução do mesmo (negativo). Somente nas últimas décadas, a suástica adquiriu má reputação, devido aos nazistas alemães a terem escolhido como símbolo do seu movimento

CRUZ DE MALTA: também conhecida como Cruz de São João. Tem oito pontas como significado místico. É o emblema da Ordem dos Cavaleiros de São João, da Ilha de Malta. É também muito usada em condecorações

CRUZ PATRIARCAL: conhecida também como a Cruz de Lorena, representava os bispos e príncipes da Igreja Cristã.

CRUZ PAPAL: derivação da Cruz Patriarcal, usada como hierarquia por todos os Papas conhecidos.

CRUZ ROSA-CRUZ: tem um significado místico e alegórico. Os rosa-cruzes explicam essa simbologia, interpretando a cruz como o corpo físico do homem, com os braços estendidos em saudação perante o Sol, no Leste. O Sol representa aqui a LUZ MAIOR. A rosa parcialmente desabrochada, no centro da cruz, representa a alma do homem, o seu interior, desenvolvendo-se dentro dele à medida que recebe e conquista mais Luz. Essa rosa no centro da cruz, também representa o ponto da unidade.

Pelo exposto, chega-se à conclusão de que somos em síntese uma CRUZ em evolução no Universo, e que só depende de nós próprios, qual a melhor ou pior forma que ela se apresentará perante o Supremo Arquiteto do Universo, quando tivermos que nos confrontar com a LUZ DIVINA.
FONTE: A Cruz - Revista Planeta

HORAS NA UMBANDA

Todas as horas da Umbanda são controladas por um Orixá independente dos demais, pouco conhecido, chamado ORIXÁ TEMPO, que é o determinante do envio das vibrações cósmicas, assim como o momento exato da utilização do ritual necessário.
   
Como estamos encarnados no terceiro planeta do sistema solar, controlado por uma estrela de 5grandeza, da 2Galáxia, um planeta presídio por nós chamado de Terra, temos que nos antenar ao sistema de contagem de tempo do mesmo, embora que não muito consonante com o Tempo Real. Baseados na nossa forma de contagem de Tempo, a Umbanda divide as horas de um dia em três tipos diferentes, à saber:
  • Horas Abertas
  • Horas Fechadas
  • Horas Neutras
   
HORAS ABERTAS:
são consideradas horas abertas na Umbanda, as não classificadas como neutras ou negativas, portanto positivas para a feitura de qualquer dos trabalhos abaixo enumerados:
  1. Mentalização
  2. Vidência
  3. Irradiação
  4. Jogo de Búzios
  5. Agrados
  6. Amalás
  7. Amacís
   
HORAS FECHADAS:
são aquelas que nenhum dos atos ritualísticos ou litúrgicos descritos acima podem ser efetuados. São consideradas horas fechadas, os 15 minutos anteriores e posteriores à HORA PEQUENA e à HORA GRANDE, ou seja de 11:45hs às 12:15hs, assim como também das 23:45hs às 00:15hs; horas que são destinadas à entrega de EBÓS, DESCARREGOS, ou o emprego da Força Negativa para a prática do Bem.
   
Nestas Horas Fechadas, não se deve praguejar, amaldiçoar, discutir, entrar ou sair de lugares cobertos e freqüentar locais espúrios.
  
HORAS NEUTRAS:
são aquelas em que qualquer tipo de Ato Litúrgico ou Ritualístico é dado à cada um segundo, o seu mérito.
   
Estas Horas Neutras da Umbanda são muito utilizadas no Esoterismo e classificadas comoHORAS TERÇAS HORAS NONAS (6hs e 18hs).
   
NOTA: excetuando-se as Horas Negativas e Neutras, todas as outras horas do dia são consideradas como positivas.
   
Das 7 Linhas da Umbanda, apenas três podem interferir e alterar o ritual praticado em todas as horas:
  1. A Linha de Oxalá
  2. A Linha das Senhoras (OXUM, IEMANJÁ, IANSÃ e NANÃ)
  3. IBEJI
   
   
HORAS-
SEMANA
Segunda
Terça
Quarta
Quinta
Sexta
Sábado
Domingo
Observ.
Espaço de 15 minutos após às 0hs até 00:15hs
Negativa
Até 1h
Almas
Ogum
Xangô
Oxóssi
Oxalá
Senhoras
Ibeji
Positiva
De 1 às 2hs
Oxóssi
Xangô
Ibeji
Ogum
Almas
Oxalá
Senhoras
Positiva
De 2 às 3hs
Ogum
Ibeji
Senhoras
Xangô
Oxóssi
Almas
Oxalá
Positiva
De 3 às 4hs
Xangô
Senhoras
Oxalá
Ibeji
Ogum
Oxóssi
Almas
Positiva
De 4 às 5hs
Ibeji
Oxalá
Almas
Senhoras
Xangô
Ogum
Oxóssi
Positiva
De 5 às 6hs
Senhoras
Almas
Oxóssi
Oxalá
Ibeji
Xangô
Ogum
Neutra
De 6 às 7hs
Oxalá
Oxóssi
Ogum
Almas
Senhoras
Ibeji
Xangô
Positiva
De 7 às 8hs
Almas
Ogum
Xangô
Oxóssi
Oxalá
Senhoras
Ibeji
Positiva
De 8 às 9hs
Oxóssi
Xangô
Ibeji
Ogum
Almas
Oxalá
Senhoras
Positiva
De 9 às 10hs
Ogum
Ibeji
Senhoras
Xangô
Oxóssi
Almas
Oxalá
Positiva
De 10 às 11hs
Xangô
Senhoras
Oxalá
Ibeji
Ogum
Oxóssi
Almas
Positiva
De 11 às 11:45hs
Ibeji
Oxalá
Almas
Senhoras
Xangô
Ogum
Oxóssi
Positiva
De 11:45 / 12:15hs
Espaço do tempo de hora fechada
Negativa
De 12:15hs às 13hs
Senhoras
Almas
Oxóssi
Oxalá
Ibeji
Xangô
Ogum
Positiva
De 13 às 14hs
Oxalá
Oxóssi
Ogum
Almas
Senhoras
Ibeji
Xangô
Positiva
De 14 às 15hs
Almas
Ogum
Xangô
Oxóssi
Oxalá
Senhoras
Ibeji
Positiva
De 15 às 16hs
Oxóssi
Xangô
Ibeji
Ogum
Almas
Oxalá
Senhoras
Positiva
De 16 às 17hs
Ogum
Ibeji
Senhoras
Xangô
Oxóssi
Almas
Oxalá
Positiva
De 17 às 18hs
Xangô
Senhoras
Oxalá
Ibeji
Ogum
Oxóssi
Almas
Neutra
De 18 às 19hs
Ibeji
Oxalá
Almas
Senhoras
Xangô
Ogum
Oxóssi
Positiva
De 19 às 20hs
Senhoras
Almas
Oxóssi
Oxalá
Ibeji
Xangô
Ogum
Positiva
De 20 às 21hs
Oxalá
Oxóssi
Ogum
Almas
Senhoras
Ibeji
Xangô
Positiva
De 21 às 22hs
Almas
Ogum
Xangô
Oxóssi
Oxalá
Senhoras
Ibeji
Positiva
De 22 às 23hs
Oxóssi
Xangô
Ibeji
Ogum
Almas
Oxalá
Senhoras
Positiva
De 23 às 23:45hs
Ogum
Ibeji
Senhoras
Xangô
Oxóssi
Almas
Oxalá
Positiva
De 23:45 / 00:15hs
Espaço do tempo de hora fechada
Negativa