sexta-feira, 7 de agosto de 2009

A Mensagem da Água

http://www.youtube.com/watch?v=a2eNelu5tPE

segunda-feira, 20 de julho de 2009

ENCANTAMENTOS E MALDIÇÕES


Tentar fazer mal a um ser vivente seja ele pessoa, animal ou planta, não agrada ao seu criador, Deus, que os antigos hebreus chamavam de Senhor Meu (Adonai).


Dos Espíritos:


Há espíritos bons e espíritos maus, como há pessoas boas e pessoas más. A índole boa ou má de uma pessoa não é alterada pelo fato de ela ter perdido o corpo físico e ser agora um ser desencarnado.

A simples proximidade de um espírito desencarnado maligno pode alterar o nosso campo vibratório ou campo áurico e levar a doenças físicas e a perda de energia.


Vampirismo: A perda de energia será tratada em um próximo artigo


O ato de crer ou não crer não invalida os encantamentos ou maldições, mas pode, no caso de não se crer, criar uma certa barreira que dificulta a agressão espiritual.


Tomamos por exemplo a maldição aos arqueólogos que descobriram a Mastaba de Tutankamon, o Faraó Menino. Todos os que participaram da abertura da sala mortuária morreram de forma estranha.


Fica difícil conversar com pessoas que não são capazes de encarar o encantamento e a maldição cientificamente por questões dogmáticas, religiosas ou por ignorância mesmo, já que duvidar a priori de um fato sem estudá-lo é anticientífico.


É bom que se saiba que contrariar a vontade de Deus desejando mal não é uma coisa digna a se fazer e acarreta conseqüências.


O ciclo da maldição ou do encantamento


Qualquer trabalho de maldição ou encantamento depende muito do poder de volição do oficiante (é preciso desejar ardentemente que a maldição se realize) e de elementos que liguem, conectem o que pronuncia a maldição ao amaldiçoado.


São pedaços de roupa usada, objetos de uso pessoal ou pedaços de pele, sangue, urina, cabelo, saliva, unhas, enfim, qualquer coisa que seja parte da pessoa que vai ser amaldiçoada.

Há uma tendência moderna de associar o encantamento e a maldição à magia e a complicados rituais.

É bem verdade que os magos não se dedicam a tal prática. Apenas alguns seres abjetos são capazes de praticá-los.


O mago sabe que a maldição e o encanamento percorrem um ciclo, ou melhor, um círculo e voltam sempre ao ponto de partida, que é aquele que proferiu a maldição ou encanamento.


A bênção e a maldição


Aquele que é capaz de pronunciar uma bênção (não como as que são pronunciadas pelos sacerdotes em geral, que não têm nenhum efeito prático, mas a que sai da alma acompanhada de um intenso desejo e certeza de que será realizada). É capaz de pronunciar uma maldição, mas, a bem da verdade, estará prejudicando a si próprio, pois que esse poder de volição não deve jamais ser usado para o mal. Aquele que assim o fizer será indigno diante de Deus.

E acarretará mais mal a si mesmo do que a outros, pois todo o mal desejado retornará multiplicado para a fonte emissora.



Aline Santos é Jornalista,Terapeuta Holística,Taróloga, Cabalista, Professora, Escritora, Palestrante, e Pesquisadora de Ciências Ocultas, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica e Tarô Terapêutico.
E-Mail:
arcanjo.azul@hotmail.com

FORMAS NEGATIVAS DE PENSAMENTO


É possível criar, com formas de pensamento, elementos que venham a prejudicar pessoas, plantas, objetos.

Uma experiência prática pode facilmente demonstrá-lo ao mesmo tempo em que pode ser usada para testar o poder da bênção e o dom da cura.


Para tal, devem ser usadas sementes de plantas de fácil crescimento, escolhidas a esmo, de forma que não haja uma ou outra de melhor qualidade e plantadas em igual número em três vasos de planta de tamanho igual e material igual.

Dentro deles será colocado um composto de terra, esterco e nutrientes pesados e que tenha peso igual para os três vasos.


Nestes vasos, a uma profundidade medida, serão colocadas as sementes e cobertas com igual quantidade de terra. As três plantas deverão ser colocadas em lugar onde permanecerão e regadas adequadamente sempre com a mesma quantidade de água.

Os vasos deverão ter uma distância entre si de 50 centímetros e estarem todos expostos a igual quantidade de luz e sombra.


Início da experiência


Escolher a esmo um dos vasos. Impor as mãos sobre o mesmo, fazer uma prece e desejar que planta cresça viçosa, sem pragas e rapidamente. Escolher entre os dois vasos restantes, mais um e impor as mãos sobre ele desejando que a planta morra. No terceiro vaso nada fazer.

Esse será o testemunho de controle. Conforme já foi dito, regar sempre com quantidade igual de água usando o medidor graduado e repetir sempre que regar a bênção e maldição sobre os vasos destinados à bênção e à maldição.

Incrível será o resultado: a planta abençoada chega a crescer 70% mais em relação à planta-testemunho, a amaldiçoada pode não chegar a germinar ou tornar-se raquítica e cheia de doenças, morrendo depois.

Ao terminar a experiência, não se esqueça de pedir a Deus perdão por ter destruído a planta amaldiçoada e que isso é feito apenas como demonstração para os incrédulos.Acreditamos que após esta experiência ninguém mais duvidará de que a bênção e a maldição são possíveis.



Aline Santos é Jornalista,Terapeuta Holística,Taróloga, Cabalista, Professora, Escritora, Palestrante, e Pesquisadora de Ciências Ocultas, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica e Tarô Terapêutico.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

O QUE É A MAGIA?



“Na Idade Media, uma pessoa era acusada de magia, quando ficava estabelecido que por meios diabólicos, ela se empenhava conscientemente em alcançar alguma coisa”, (M. Berthelot).

No século XXI, pode-se ainda encontrar a acusação de bruxaria (magia), quando fica estabelecido que alguém, através de meios pretensamente sobrenaturais, alcança resultados declarados impossíveis por intermédio de qualquer outro meio.

Na Idade Média, os Magos eram queimados vivos acusados de bruxaria; no século XXI, eles são cobertos de ridículo, o que parece pior, uma vez que o ridículo jamais concebeu mártires.

Em seu horror pelo sobrenatural, a ciência moderna rejeita impiedosamente cada tentativa que julga ser operada segundo princípios ignorados por seus dogmas estabelecidos. Assim rejeita o milagre, da mesma forma que todo evento relevante do domínio da religião.

Por seu turno, a religião tem horror da ciência; ela receia que a ciência se ponha a esmiuçar suas práticas e lá descubra um reino de fatos, naturais e patentes que, reduzidos as suas justas proporções, tornariam inútil qualquer qualidade relativa às coisas sacerdotais, ela teme que o sábio assuma o lugar do sacerdote.

Assim, a religião rejeita todo milagre que não seja operado segundo os princípios consagrados por seus dogmas estabelecidos.

Logo, que qualquer um que efetue e seja bem sucedido em uma experiência, fora das leis cientificamente reconhecidas, é tratado impiedosamente de louco pela ciência e de partidário do demônio pela religião.

E cada partido tem um nome preparado para indicar esse demente e esse excomungado: é um mago, um bruxo, dizem eles.

Acontece que o mago é apenas um pesquisador, tentando fazer com que o sobrenatural se encaixe no natural.

Quanto à magia, afinal de contas e segundo a expressão de Karl Du Prel, é apenas “a ciência natural desconhecida”.

Atualmente a magia, vê-se novamente como objeto de estudos positivos e profundos.


ALINE SANTOS: É Jornalista, Terapeuta Holística, Taróloga, Professora, Escritora, Palestrante, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica e Tarô Terapêutico.

Bibliografia:

1 - P.V. Piobb, Formulaire de Haute Magie

2 - Papus, Tratado Elementar de Magia Prática

3 - Dr. Baraduc, La Force Vitale.

4 - Charles Barlet, artigo de L’Initiation

5 - Eliphas Levi, Dogma e Ritual de Alta Magia

6 - Marcelin Berthelot, Origines de l’Alchimie

7 - Dante Alighieri, Divina Comédia

O QUE É MAGIA? CONTINUAÇÃO


A Magia se dedica aos fluidos que, propriamente ditos, são a manifestação de um estado energético da matéria, conhecida em parte pela ciência atual: ela começa onde termina a física.

A Alta Magia conquistou a atenção das pessoas sérias, dos espíritos mais esclarecidos. Ela aparece como uma ciência bastante incompleta,uma vez que, até aqui, seus segredos foram velados pelos mistérios dos símbolos e por serem suas leis de muito difícil percepção. A Alta Magia repousa sobre o princípio de que, na natureza, existem forças ocultas a que denominamos fluidos. Esses fluidos são de três naturezas:

1ª - Magnética e puramente terrestre;

2ª - Vital e principalmente humana;

3ª - Essencial e geralmente cósmica.

Os nomes pelos quais esses fluidos eram designados na antiguidade variam conforme a maneira adotada por cada povo, na apresentação dos elementos de uma teoria reservada apenas a um pequeno número de iniciados.

A Alta Magia considera forças pouco conhecidas , mas naturais, que podem ser utilizadas de quatro formas:

a) 1ª - O homem atuando sobre si mesmo;

2ª - O homem atuando sobre seu mundo exterior;


b) 3ª - Os fluidos atuando no astro (a Terra);

4ª - Os fluidos atuando fora do astro (sistema solar).


As duas primeiras formas se referem aos fluidos de que o homem pode dispor, enquanto que as duas últimas dizem respeito aos fluidos espalhados na natureza, daí, segundo antigas concepções, surgem duas espécies de magia :

a Magia Microcósmica (a) e a Magia Macrocósmica (b).

Cada uma dessas quatro formas, funciona de duas maneiras:

a) a maneira pessoal;

b) a maneira cerimonial.

A maneira é pessoal, quando o fenômeno se opera sem o auxílio de qualquer rito exterior. É cerimonial no caso contrário.

Por esta última forma é que a Alta Magia se confina ao domínio das religiões.

Poder-se-ia mesmo dizer que a religião, em suas manifestações exteriores, não seria outra coisa além da Alta Magia cerimonial.

A esse respeito, disse Charles Barlet: “A Magia cerimonial é uma operação pela qual o homem procura, através do próprio jogo das forças naturais, reprimir as potências invisíveis de diversas ordens, a fim de que funcionem segundo o que delas é requerido”.

Daí os pantáculos, as substâncias especiais, as rigorosas condições de tempo e lugar que devem ser observadas.

Quanto à Magia Pessoal, sua importância não é menor. Somente ela poderá divulgar os segredos do mecanismo de duas forças empregadas quotidianamente pelo homem: o Amor e o Verbo.

O Amor é uma alavanca poderosa cujo papel Dante precisou neste verso, conclusão de sua obra:

“ L’Amor Che muove Il sole e l’altre stelle” ( O Amor, que move o sol e as outras estrelas).

E sobre o qual Papus se pronunciou com bastante ponderação:

“A Magia, considerada sinteticamente, é a ciência do amor”.

A Magia, no entanto, é também a ciência do verbo. E o verbo é outra alavanca, mais possante e ainda mais misteriosa que o amor.

Em sua natureza terrestre, o verbo é atributo unicamente do homem: é pelo verbo que ele exprime seu pensamento, que se comunica com seus semelhantes, que os convence às próprias idéias, os guia e conduz; é ainda pelo verbo que ele consegue acender o amor.

O verbo é quase desconhecido, não obstante, Dr. Baraduc constatou sua potência, assim corroborando os princípios mágicos:

“O Verbo”, disse ele, “chega a modificar a vitalidade visceral e psíquica do indivíduo e, sucessivamente, tornando-o subjetivamente doente ou bem de saúde”.

Podemos ver como são perturbadores os problemas que a Alta Magia envolve, da mesma forma como vemos o quanto são profundos os mistérios cujo véu ela ergue.

Compreende-se que tais problemas e tais mistérios tenham resfriado o entusiasmo da maioria dos adeptos e que ninguém tenha querido assumir a responsabilidade de divulgá-lo.


ALINE SANTOS
É Jornalista, Terapeuta Holística, Taróloga, Professora, Escritora, Palestrante, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica e Tarô Terapêutico.
Email: arcanjo.azul@hotmail.com

Bibliografia:

1 - P.V. Piobb, Formulaire de Haute Magie

2 - Papus, Tratado Elementar de Magia Prática

3 - Dr. Baraduc, La Force Vitale.

4 - Charles Barlet, artigo de L’Initiation

5 - Eliphas Levi, Dogma e Ritual de Alta Magia

6 - Marcelin Berthelot, Origines de l’Alchimie

7 - Dante Alighieri, Divina Comédia