quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

SALGUEIRO

Salgueiro ou salso é o nome comum das plantas do gênero  Salix, na família Salicaceae. O nome Salix parece proceder do celta e quereria dizer próximo da água. É um gênero com perto de 400 espécies distribuídas em climas temperados e frios. Inclui plantas de porte muito diverso desde arbustos e pequenas plantas rastejantes, até árvores de porte considerável, geralmente em solos húmidos. Nos parques e jardins é muito comum o salgueiro-chorão (Salix x chrysocoma, Dode), árvore de ramos longos e pendentes que é um híbrido de salgueiro-branco (Salix alba, L.), muito comum na Europa, com uma espécie oriental (Salix babylonica, L.).
Em Portugal, além do salgueiro-branco, existem outras espécies de salgueiro nativas como o salgueiro-negro (Salix atrocinerea, Brot.).

Ambiente

Desde sempre que o seu potencial ornamental tem sido valorizado pelo ser humano. Na China, tem sido cultivado com finalidade de proteger áreas agrícolas, como no deserto do Gobi, onde serve de barreira aos ventos do deserto.
Tem sido utilizado, experimentalmente, para recuperar águas poluídas devido à sua capacidade para absorver e transformar poluentes em matéria orgânica.

Manufatura

A partir dos seus ramos preparam-se os vimes que tanta importância tiveram tradicionalmente na cestaria e na produção de mobiliário artesanal.

Religião

Já na Bíblia mencionada como uma árvore ribeirinha ( Salmos 137), o salgueiro sempre teve um impacto nas culturas que cresceram em zonas com mata ripícola. Tem grande importância nos rituais judeus da festa das cabanas (Sukkot). De acordo com a lei bíblica (Lev. 23:40), cada judeu tem que juntar quatro espécies da natureza, amarrá-las juntas e abençoá-las. O salgueiro é uma delas. O salgueiro, de acordo com a lei oral do judaísmo, não tem nem cheiro nem gosto e simboliza as pessoas ignorantes e pecadoras do povo de Israel.

Medicina

A casca do tronco pode ser usada para produção da aspirina; é aliás do nome latino do salgueiro, Salix, que deriva o nome do ácido acetilsalicílico.

O salgueiro na cultura

Na mitologia romana o salgueiro era uma árvore consagrada à deusa Juno, e tinha propriedades para deter qualquer hemorragias e evitar o aborto.
Na China era símbolo da imortalidade porque cresce ainda que seja plantada ao contrário. Ainda hoje, na China, decoram-se as portas das casas com folhas de salgueiro, durante o solstício de verão. Para alcançar a imortalidade os ataúdes cobriam-se de folhas de salgueiro. Ainda hoje, nas cerimônias fúnebres, o ataúde vai acompanhado de um ramo de salgueiro com bandeirinhas penduradas. Chama-se Lieu-tsing, ou bandeira de salgueiro. Os imperadores ofereciam aos seus cortesãos, durante o dia de Changki, ramas de salgueiro e diziam estas palavras: "Levai-as para evitar os miasmas envenenados ou as pestilências". Atribuíam-lhe, entre outras faculdades, a de curar as chagas (fervendo as folhas na água).

RITUAL DAS FOLHAS DE SALGUEIRO

Trance ramas de Salgueiro, pedindo aos Deuses proteção, cura de doenças, e para evitar que miasmas envenenados, pestilências, e magias negativas entrem em seu lar.
A terminar de trançar as ramas agradeça aos deuses a proteção concedida e pendure estes ramos na porta de entrada da sua casa.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

DEUSA LÂMIA



Deusa Lâmia, antiga deusa das serpentes reverenciada na Líbia e
em Creta, transformada, posteriormente, na rival Hera. Nos textos medievais, ela
aparece como uma figura grotesca, um monstro que assustava as crianças à noite.
Provavelmente, Lâmia era uma variante de Lamashtu, a Mãe dos Deuses da Babilônia,
venerada como uma serpente gigante com cabeça de mulher. Desperte o fogo da
serpente que existe em você e enfrente, corajosamente, as nuvens escuras e os inimigos,
declarados ou ocultos.

Ritual :Se quer prosperidade em algum projeto escreva-o em um pedaço
de papel e queime-o. Junte as cinzas do papel com um pouco de fermento, e coloque-os
em um vidrinho. Mantenha esse vidrinho com você até seu negócio se concretizar.
Depois enterre-o.