sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Blackmore's Night - Ghost of a Rose - Castles And Dreams

Blackmore's night Under a Violet Moon



Tradução

Sob Uma Lua Violeta
Dançando com o sentimento do tambor
Deixe este mundo para trás
Nós vamos beber e brindar a nós mesmos
Sob uma lua violeta
Rosa Tudor com seu cabelo em caracol
Fará você virar e encarar
Tenta furtar um beijo na ponte
Sob uma lua violeta
Levante seus chapéus e seus óculos também
Nós vamos dançar a noite toda do começo ao fim
Nós estamos voltando para uma época que nós conhecemos
Sob uma lua violeta
Aplausos para os Cavaleiros e dias de outrora
Os mendigos e os ladrões
Vivendo em uma floresta encantada
Sob uma lua violeta
Vidente o que você vê
O futuro em uma carta
Compartilhe seus segredos, conte-os para mim
Sob uma lua violeta
Levante seus chapéus e seus óculos também
Nós vamos dançar a noite toda do começo ao fim
Nós estamos voltando para uma época que nós conhecemos
Sob uma lua violeta
Feche seus olhos e se perca
Em um humor medieval
Prove os tesouros e cante as melodias
Sob uma lua violeta
Este é meu deleite em uma noite brilhante
A estação do ano
Para manter as lanternas queimando brilhantes
Sob uma lua de violeta
Levante seus chapéus e seus óculos também
Nós vamos dançar a noite toda do começo ao fim
Nós estamos voltando para uma época que nós conhecemos
Sob uma lua violeta

Blackmore's Night - Shadow Of The Moon




Tadução

Sombra da Lua
À sombra da lua,
Ela dançou Às luzes das estrelas
Sussurrando a assombrosa melodia
Para a noite...
Saias de veludo fiaram 'rodando e 'rodando
Fogo em seu olhar fixo
Na mata sem um som
Ninguém se importou...
Através dos campos escurecidos e encantados,
Música fez seu pobre coração dançar,
Pensando em um romance perdido...
Muito tempo atrás...
Sentimento solitário, sentimento triste,
Ela chorou no luar.
Dirigido perto de um mundo louco
Ela levantou vôo...
"Sinto nenhuma tristeza, sinto nenhuma dor,
Sinto nenhuma dor, lá nada ganhou...
Amor único então vai permanecer, "
Ela ia dizer.
Sombra da Lua... Sombra da Lua...
Em algum lugar justo além da névoa
Espíritos foram vistos voando
Como o relâmpago conduz seu caminho
A caminho da escuridão...
Sombra da Lua...

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

ALINE SANTOS É ENTREVISTADA POR CLAUDINEY PRIETO

NA TARDE DE 19/ 11/ 10 AS 17 hs FOI AO AR PELA BIO SEGREDO TV UMA ENTREVISTA AO VIVO COM A TERAPEUTA ALINE SANTOS.
NA ENTREVISTA REALIZADA POR CLAUDINEY PRIETO ALINE SANTOS FALOU A RESPEITO DAS ERVAS MÁGICAS E O SEU USO.
A BIO SEGREDO TV É UMA TV POR INTERNET VOLTADA PARA O AUTOCONHECIMENTO COM TERAPEUTAS DE ALTO NÍVEL. (Fotos: Vitor Santos)


















terça-feira, 16 de novembro de 2010

RODA DO ANO

Sabbat ------Data Roda Norte---Data Roda Sul

Samhain-----31 de outubro----------- 01 de maio
Yule----------21 de dezembro ---------21 de junho
Imbolc--------2 de fevereiro----------1 de agosto
Ostara --------21 de março---------- 22 de setembro
Beltane---------30 de abril-----------31de outubro
Litha ----------21 de junho-----------21 de dezembro
Lughnasadh----1 de agosto-----------2 de fevereiro
Mabon --------21 de setembro -------21 de março

Ritual para os 4 elementos e seus elementais


Sempre que quiser harmonizar o seu lar, pedir por proteção, ou realizar um desejo, lembre que existem seres encantados prontos para ajudar.
Mas eles não interferem no livre arbítrio, então só te ajudarão, quando forem chamados, e você pedir por ajuda.

Faça um pequeno altar em homenagem aos elementais:

Para os Gnomos, coloque uma pedra.
Para as Ondinas, água com essência.
Para os Silfos, acenda um incenso.
Para as Salamandras, uma vela.
Depois faça a seguinte oração:

“Em nome do Amor e da Magia,
Que eu alcance sem demora
O que mais desejo agora,
Em nome da Água que tudo permeia,
À Terra que a tudo dá forma,
Ao Ar que tudo clareia,
Ao Fogo que a tudo transforma.”


Tattwas



Symbolicamente representam os 5 elementos que constituem o macrocosmo e o microcosmo.

Espírito; representado pelo Ovo negro
Fogo (Tejas); representado pelo Triângulo Vermelho
Ar (Waju); representado pelo Círculo Azul
Água (Apas); representado pela lua Crescente
Terra (Prithivi); representado pelo Quadrado Amarelo
Segundo o Pensamento Wiccano:
Breve descrição
De acordo com a doutrina pagã, os quatro elementos mais densos foram originados do princípio akáshico. Por isso o Akasha é o princípio original; correlacionando os Cinco Elementos com o pentagrama, o Akasha seria a 5º ponta do pentagrama (a ponta apontada para cima), aquela que representa o espírito divino, a chamada quintessência.
Todo elemento possui duas polaridades:
Ativa: Plus (Mais – construtiva, criadora, geradora)
Passiva: Minus (Menos – destrutiva, desagregadora, exterminadora).
O maniqueísmo não está presente nas religiões pagãs, não existindo, portanto o conceito de bem e mal definido da mesma maneira como existe hoje na sociedade monoteísta.
Quanto aos cinco elementos citados, deve-se acrescentar que não se tratam de fogo, água, ar e terra comuns (que são tidos apenas como aspectos do plano material denso), mas sim de características universais dos cinco elementos.
Akasha
O Akasha é o princípio original, espaço cósmico, o éter dos antigos, o quinto elemento cósmico (quintessência), a quinta ponta do pentagrama.
É o substrato espiritual primordial, aquele que pode se diferenciar. Segundo a teosofia relaciona-se com uma força chamada Kundalini. Eliphas Levi o chamou de luz astral.
No paganismo, o Akasha, também chamado de Princípio Etérico, corresponde ao espírito, à força dos Deuses. É representado no Hermetismo, segundo Franz Bardon, pelo Ovo negro, sendo um dos cinco Tattwas constituintes do Universo.
Fogo
Elemental: Salamandras
O fogo é considerado um símbolo sagrado na maioría das religiões, incluindo o Hinduísmo, Cristianismo, Judaísmo, Islamismo, Xintoísmo e Wicca.
Quase todos os rituais religiosos são realizados na presença deste elemento. Seja em forma de fogueiras, ou mesmo simplesmente representado por uma vela, o fogo possui um misticismo que envolve quase todas as crenças.
Ar
Elemental: Silfos ou Sílfides
O ar é considerado um símbolo sagrado na maioria das religiões, incluindo o Hinduísmo, Cristianismo e Wicca. O ar é um dos "tatwas" (cinco elementos básicos da natureza). Na religião Wicca o ar é tido como um dos símbolos do Grande Deus, assim como o incenso e as penas.
Água
Elemental: Ondinas
A Água é considerada um símbolo sagrado na maioría das religiões, representada geralmente em receptáculos (como taças) ou simplesmente por um rio, lago ou mar (nas cerimônias realizadas na natureza). A água possui um misticismo que envolve quase todas as crenças.
Terra
Elemental: Gnomos
Segundo a mitologia pagã, o elemento terra foi o último dos elementos a se formar, pois pela sua principal característica, a solidificação, ela integra em si o fogo, a água e o ar. Foi essa característica, segundo a crença pagã, que conferiu uma forma concreta aos outros três elementos. É tida como um dos símbolos da Grande Deusa, assim como o pentagrama e o sal.


O Altar

O Altar é um conjunto de objetos que ajudam você à se sintonizar com os deuses.

O Altar Wicca

O altar deve ser colocado num ambiente tranqüilo, de paz e re- flexão.
No Altar coloque os objetos usados para sintonizar-se com as forças e espíritos da Natureza.
O mais importante nos rituais e encantamentos são a sua intenção, a força do seu pensamento, e concentração para visualizar o seu objetivo.

As ferramentas mais usadas são:

Athame (punhal) - Ar- Leste
O Athame representa o elemento ar, que simboliza a força da vida, e é usado para traçar círculos, afastar o mal e as forças negativas, guardar e direcionar a energia durante os rituais.
O Athame é colocado ao leste para trazer força e poder.

Cálice - Água - Oeste
O cálice representa o elemento água, e assim como o caldeirão, também representa o útero da Deusa Mãe.
É colocado ao oeste parar trazer harmonia e amor.

Castiçal - Fogo - Sul
Representa o elemento fogo. É usado para aumentar a energia de um feitiço ou ritual, e atrair espiritualidade.
É colocado ao sul do altar.

Espelho Mágico
O espelho traz o conhecimento e a habilidade de clarividência, e pode agir como um portal à outros planos de existência.
Foque no espelho, permitindo que os olhos físicos relaxem, permitindo que os olhos internos recebam visões, ou a informação desejada.

Incensário - Ar - Leste
Os incensos são utilizados como oferenda aos deuses e atraem os bons espíritos.
É dito que a fumaça que sobe dos incensos eleva os pedidos aos Deuses.
O incensário representa o elemento ar, e é colocado ao leste do altar.

Pantáculo - Terra - Norte
É um pratinho decorado com símbolos mágicos.
É colocado ao norte do Altar, com um pouco de sal ou terra.
Simboliza o elemento terra e ajuda atrair prosperidade.

Vara mágica - Fogo - Sul
A vara representa a união do fogo com ar. É o símbolo da força, vontade, e poder.
A vara é usada para focar a energia durante o ritual em um sentido específico.

Caldeirão
O caldeirão combina simbolicamente as influências dos quatro elementos, e representa o ventre divino da Deusa Mãe.
O caldeirão é também símbolo da reencarnação, imortalidade e inspiração.
É colocado no centro do altar.


domingo, 7 de novembro de 2010

O DEUS CORNÍFERO

Cernunnos


O Sagrado Masculino também existe sob muitos nomes, entre eles Pan, Osíris, Dioniso, Herne, Cernunnos. Trata-se da representação masculina da divindade. Os deuses têm muitas formas e nomes, mas um dos aspectos predominantes em cultos antigos era o do Deus Chifrudo.

Calma, para aqueles que não são pagãos é importante afirmar o seguinte o "Deus Chifrudo ou o Deus Cornífero como também é conhecido não é o diabo".


Os pagãos não reconhecem a figura do Diabo ou Satã pois estas figuras são criações do Cristianismo.




Nas civilizações antigas dos homens e na Natureza, os chifres eram considerados uma representação do poder, da masculinidade. Os chifres sempre foram sinal de algo Divino.
Na Babilônia, por exemplo, o grau de importância dos deuses era identificado pelo número de chifres atribuídos a ele. Os chifres foram incorporados aos costumes pelos homens ainda na Idade da Pedra, quando eles perceberam que se vestir como o animal facilitaria a sua aproximação das manadas de animais selvagens durante a caça.

Os chifres foram então considerados símbolos de masculinidade e virilidade tendo em vista que era preciso muita coragem para se aproximar de uma manada de animais selvagens.



Posteriormente os Deuses começaram a ser representados com eles, nas pinturas das cavernas como forma de magia simpática, para atrair boa caça e por conseguinte fartura para tribo.
Quando os humanos caçadores começaram a desenvolver uma sociedade agrícola, mantiveram consigo as antigas deidades do mundo selvagem. O deus com chifres de gamo da floresta foi transformado no deus com chifres de bode dos pastos.
 
Temos inicialmente, então, um Deus da Caça. Mais tarde, vieram novas atribuições, como a de deuses protetores das florestas, deuses dos animais, deuses da chuva, deuses do vinho, deuses da colheita, entre muitos outros.
Isso em grande parte pela necessidade de domesticarem animais numa sociedade agrícola. O deus das florestas tornou-se então o deus das colheitas.É a face do sagrado masculino que exerce domínio sobre as florestas. Ele representa tudo o que é livre; é o Caçador que representa a renovação, vitalidade, força e fertilidade. É o Deus da Caça, invocado pelos homens desde o período Paleolítico.Seus nomes variam de época e cultura, sendo que alguns exemplos são Cernunnos, Pã e Dioniso.

O Deus Cornífero foi transformado no Diabo pelos cristãos com o simples e único objetivo de acabar com o culto das bruxas na Europa Ocidental, a associação dos chifres com traição feminina também foi fomentada pela igreja com a finalidade de acabar com a liberdade feminina das adoradoras da Deusa e do Deus, e incutir nos homens a aversão ao culto do Deus cornífero. Não havia outra razão.

Muito antes do Cristianismo imigrar dos desertos da terra santa ( Israel ), o Deus de Chifres era tido como o símbolo da vida, da sexualidade, do êxtase e da liberdade.
No entanto, muitas deidades pagãs foram absorvidas e adaptadas pelo Cristianismo. A própria história de Jesus (morte e ressureição, o mistério do pão e do vinho, a descida ao inferno, etc...) é baseada em muitos mitos pagãos, de Osíris a Dioniso, .

Levando em consideração que tais deuses já existiam muito antes do período cristão, podemos ver que não se trata de coincidência. Pois os antigos ritos eram adaptados as novas religiões com vista a converter os pagãos a nova religião em ascenção.

Aspectos da vida relacionados ao Deus Cornífero:

- Atrair coragem, garra e vigor;
- Trazer fertilidade e gravidez;
- Livrar-se do estresse;
- Atrair o vigor sexual;
- Aumentar a percepção e os instintos;
- Resolver problemas difíceis;
- Estabilizar situações;
- Atrair prosperidade e riqueza;
- Buscar a razão;
- Invocar os poderes da fartura e da prosperidade.

QUEM É O DEUS CORNÍFERO ?

O Deus Cornífero é o Deus fálico da fertilidade. Geralmente é representado como um homem de barba com casco e chifres de bode. Ele é o guardião das entradas e do círculo mágico que é traçado para o ritual começar.

É o Deus pagão dos bosques, o rei do carvalho e senhor das matas. É o Deus que morre e sempre renasce. Seus ciclos de morte e vida representam nossa própria existência..Ele nasce da Deusa, como seu complemento e carrega os atributos da fertilidade, alegria, coragem e otimismo.

Ele é a força do Sol e da mesma forma , nasce e morre todos os dias, ensinando aos homens os segredos da morte e do renascimento.
Segundo os mitos pagãos o Deus nasceu da Deusa, cresceu e se apaixonou por Ela. Ao fazerem amor a Deusa engravida e quando chega o inverno o Deus Cornífero morre e renasce quando a Deusa dá a luz.

Este mito contém em si os próprios ciclos da natureza onde no Verão o Deus é tido como forte e vigoroso, no outono ele envelhece, morre no inverno e renasce novamente na primavera.
Para a maioria pode ser considerado meio incestuoso, quando afirma-se que o Cornífero seja filho e consorte da Deusa, mas o incesto era extremamente comum aos povos primitivos onde os indivíduos se casavam entre os próprios familiares para conservar a pureza da raça. Além disso este mito deve ser considerado de forma simbólica, pois em termos simbólicos todas as coisas vieram do ventre da Grande Mãe inclusive o próprio Deus e por isso para Ela, Ele deve voltar.

O culto aos Deus Cornífero surgiu entre os povos que dependiam da caça, por isso Ele sempre foi considerado o Deus dos animais e da fertilidade, e ornado com chifres, pois os chifres sempre representaram a fertilidade, vitalidade e a ligação com as energias do Cosmos.
Além disso a Bruxaria surgiu entre os povos da Europa, onde os cervos se procriam com extremada abundância, por isso eram freqüentemente caçados, pois eram uma das principais fontes de alimentação.

Com o crescimento do Cristianismo e com a intenção do Clero em derrubar Bruxaria, a figura atribuída ao Deus Cornífero acabou por personificar o Diabo e na atualidade resgatar o status deste importante Deus torna-se bastante difícil.

O Deus Cornífero representa a luz e a escuridão, a imortalidade e a morte, a interrupção a continuidade. Cernunos, como também é chamado, simboliza a força da vida e da morte.
É o amante e filho da Deusa, o senhor dos cães selvagens e dos animais. É ele quem nos desperta para a vida depois da morte. Representa o Sol, eternamente em busca da Lua.
Seus chifres na realidade representam as meias-luas, a honraria e a vitalidade e não uma ligação com o Diabo.

Ainda hoje existe muita confusão a cerca da Bruxaria e isto se deve a Igreja Medieval que transformou os Bruxos antigos em Feiticeiros do Demônio, por conveniência.
O culto à Deusa Mãe e ao Deus Cornífero é pré-cristão, surgiu milênios antes do catolicismo e do conceito de Demônio, o qual jamais foi adorado, invocado, cultuado e reverenciado nas práticas pagãs ou como deidade da Bruxaria.

A Arte Wiccana remonta os homens das cavernas e para entendermos o porque uma divindade com chifres foi reverenciada pelos Bruxos de antigamente e é reverenciada até hoje pelos Bruxos modernos temos que pensar como nossos antepassados.
Os chifres sempre foram tidos como símbolo de honra e respeito entre os povos do neolítico. Os chifres exprimem a força e a agressividade do touro, do cervo, do búfalo e de todos animais portadores dos mesmos.

Entre os povos do período glacial uma divindade era representada com chifres para demonstrar claramente o poder da divindade que o possuía.Quando o homem saía em busca de caça, ao retornar à sua tribo colocava os chifres do animal capturado sobre a sua cabeça, com a finalidade de demonstrar a todos da comunidade que ele vencera os obstáculos.
Graças a ele todo clã seria nutrido, ele era o "Rei". O capacete com chifres acabou por se tornar em uma coroa real estilizada.

Muitos Deuses antigos como Baco, Pã, Dionísio e Quíron foram representados com chifres. Até mesmo Moisés foi homenageado com chifres pelos seus seguidores, em sinal de respeito aos seus feitos e favores divinos.

Os chifres sempre foram representações da luz, sabedoria e conhecimento entre os povos antigos. Portanto como podemos perceber, os chifres desde tempos imemoráveis foram considerados símbolos de realeza, divindade, fartura e não símbolo do mal como muitos associaram e ainda associam.

A Grande Mãe e o Deus Cornífero representam juntos as forças vitais do Universo.
O Deus Cornífero é então o mais alto símbolo de realeza, prosperidade, divindade, luz sabedoria e fartura. É o poder que fertiliza todas as coisas existentes na terra.


sábado, 6 de novembro de 2010

O Ritual de Beltane



Material necessário:
Caldeirão com álcool
1 ramo de artemísia
diversas velas verdes
incensos de rosas
1 taça com vinho
Athame
1 vela branca,
1 vela preta,
1 vela vermelha
maçãs e bananas
Varinha Mágica
Procedimento:
As bananas e as maçãs devem ser colocadas em um prato que ficará sobre o altar, juntamente com a taça de vinho e o ramo de artemísia.
Espalhe as velas e os incensos pelo local onde será realizado o ritual e acenda-os.
Faça um triângulo ao redor do caldeirão com as velas branca, preta e vermelha.
Acenda o álcool que está dentro do caldeirão e as velas.
Com a varinha na sua mão de poder (a mão com a qual você escreve) percorra todo o Círculo Mágico consagrando-o de forma habitual.
Quando tiver abençoado o Círculo Mágico, diga:
"Chamo pelo Deus da Colina, Senhor das matas e dos animais.
Chamo pelo Deus fecundador da Terra.
Chamo pelo Rei das Florestas,Pai da Vida, senhor do nascimento e do renascimento.
Chamo pelo Deus dos bosques e montanhas.
Chamo pelo protetor da fauna e da flora.
Chamo pelo Cervo dos 7 galhos, detentor da Sabedoria.
Que Ele venha fertilizar a Terra,
Para que o solo e todos os seres do mundo sejam abençoados".
"Comece então à andar em volta do caldeirão, sempre com a estaca na mão dizendo ininterruptamente:
"Senhor dos 7 galhos, fertilizador.
Fogo Divino, resplandecência eterna
"Quando sentir que sua consciência está alterada, pegue o ramo de artemísia, dirija-se até o caldeirão, mentalize a Deusa e o Deus à sua frente.
Eleve o ramo aos céus, dizendo:
"Deusa da Lua e Deus do Sol, louvo todos os espíritos guardiões e aqueles que foram antes de mim.
Abençoem os Guardiões deste lar de acordo com o que lhe é devido.
Dou graças pelos Guardiões deste lar, pela colaboração e proteção
"Jogue o ramo dentro do caldeirão para que assim ele queime nas chamas, então diga:
"Este é meu símbolo de reverência e agradecimento, pois no ato da morte está a promessa do renascimento"
Feito isto dirija-se até o altar, pegue então a taça com a mão esquerda e o Athame com a mão direita levantando-os acima da cabeça, em sinal de apresentação dizendo:
"Eu invoco a Deusa do Círculo do Renascimento, a Doce Senhora que fecunda a Terra.
Que este Vinho sagrado seja abençoado.
Este cálice representa o ventre da Mãe, símbolo da perpetuação da vida.
Eu invoco o Deus Cornífero Senhor dos bosques e dos animais para que abençoe este Athame, símbolo masculino da fertilidade e sabedoria"

Mergulhe a lâmina do Athame no líquido da taça dizendo:
"Pela taça e pelo athame
Que este vinho seja consagrado.
Eu uno o masculino e o feminino para trazer bênçãos, prosperidade, amor e sabedoria.
Pela Terra e pela Água, pelo Ar e pelo Fogo, que o círculo da vida jamais se quebre"
Retire o Athame da Taça e coloque-o sobre o altar.
Tome um gole do vinho, despeje um pouco no chão, dizendo:
"Que os antigos Deuses abençoem esta libação, pois ela é feita em sua memória para que possamos retornar quando chegar o devido tempo"
Coloque a taça no altar e desfaça o Círculo Mágico de forma normal.

AIRMID - A DEUSA DA CURA


MAGIA DE AIRMID
A DEUSA DA CURA

Ao nos encontrar-mos com um problema de saúde, devemos apelar a ajuda da Deusa para a sua solução.
Airmid é a Deusa da medicina e da cura dos celtas, guardiã das fontes sagradas também conhecida como Airmeith.
É uma das Deusas mais antigas dos Tuatha de Dannan.
Senhora de grandes poderes mágicos…
Segundo uma lenda, foi ela que ajudou seu pai Dian Cecht (o Deus da Cura e da magia avô de Lugh) à criar a Fonte da Cura, Tiobraid Slane.
Airmid é a Deusa dos encantamentos e da magia com ervas.
Detém poderes sobre cura por intermédio das ervas e suas especialidades.
É também a guardiã da juventude eterna, juntamente com seu pai e irmãos.
Vinda de uma família de curadores, Airmid reflete a combinação do conhecimento prático e mágico.
Tem o poder de curar os humanos e os animais.

RITUAL;
Faça um chá com infusão de ervas de sua preferência e conforme a sua necessidade.
Consagre o chá a Deusa Airmid e peça a sua cura.
Enquanto toma o chá, pense na doença indo embora.
Sinta que está sarando.
Quase no final do chá, diga:

“Amada Deusa Airmid,
Confio a cura de minha doença,
pelas suas ervas,
Ao teu comando,
As ervas levam,
Tudo que faz mal a mim…
Amada Deusa Airmid!
Abençoada seja!
Que assim seja e assim e assim se faça…”
Repita uma vez por semana até melhorar.